sábado, 18 de junho de 2011

O que é o anarquismo?


O anarquismo é uma política-filosofica que tem como base a não aceitação de qualquer tipo de poder e hierarquia como modo de organização social. Com as ações e métodos organizacionais pautados na livre organização e na iniciativa autônoma e voluntária.
O anarquismo não admite nenhuma forma de governo ou autoritarismo, visando sempre em suas ações eliminar qualquer forma de governo e dominação. A hierarquia organizacional não é tolerada, seja qual for o seu modelo, pela política anarquista. Toda forma de organização tem que ser necessariamente livre, e aceita de forma espontânea, as organizações devem ser organizações libertárias.
O termo anarquia tem seu significado distorcido, devido forte propaganda por volta do inicio do século XX feita pelos governos e pela igreja, e mal empregados vulgarmente até os nossos dias. Não sendo compreendido na sua etimologia e nem tampouco no contexto político que representa.
Anarquia denota falta de coibição, ausência de um poder repressor constituído, não falta de ordem. A anarquia é, em grande medida, sinônima da mais alta expressão da ordem organizacional, visto que preconiza uma gestão autônoma de seus participantes, com a livre iniciativa de cada um para a manutenção do bem comum e da coletividade, sem, no entanto comprometer os direitos e necessidades individuais. No que não pode deixar de haver um forte laço solidário entre os atores sociais, porque cada um deve zelar pelo seu bem estar e pelo bem estar comum em uma sociedade anarquista.
Para a formatação de uma sociedade anárquica se faz necessário uma mudança radical e completa do estado de coisas, ou seja, uma revolução social. A forma como se pode instaurar uma sociedade anarquista é uma questão que tem diversas opiniões, cujas proposições deram origem a muitas vertentes desse pensamento político filosófico.
No que o movimento operário, do final do século XIX e inicio do século XX, e as organizações sindicais libertárias foram de grande importância para compor esse debate, no que surgi como vertente anarquista, de movimento de luta operária, o anarcosindicalismo, bem como os muitos teóricos e pensadores anarquistas. Entre essas questões estão à necessidade de uma configuração definida para as organizações anarquistas, sua relações econômicas, educacionais e sociais.
O anarquismo propõe soluções para os problemas de injustiça, autoritarismo e desigualdade social, balizado na idéia de liberdade e igualdade de direitos a todos.Ao recusar qualquer forma de poder e de dominação se propicia a possibilidade da configuração de uma forma superior de organização humana, sem sufrágio universal sem ditaduras ou fascismo. Não precisamos de dirigentes ou lideres, somos capazes de seguir nosso próprio caminho onde o direito de cada um seja respeitado e os deveres entendidos como uma relação solidária e necessária para a manutenção do bem comum, onde as atribuições de cada um sempre sejam escolhidas de forma autônoma, sem subordinação a nenhum tipo autoridade constituída.
O anarquismo pode ser isso e mas, de acordo com o entendimento e compreensão das pessoas que se propõem viver de forma anárquica.


Santos, Paulo.

Sociologia e educação

A educação tem como principal objetivo formar cidadãos que estejam adequados para o convívio social, aptos para trabalhar e manter as estruturas da sociedade a qual ele pertence, bem como seguir as normas pré estabelecidas e a cultura que participam seus pares. O próprio Durkheim salienta essa afirmação com sua concepção de educação que é a precursora da educação moderna. O que segue:
“Nas palavras de Durkheim, "a educação tem por objetivo suscitar e desenvolver na criança estados físicos e morais que são requeridos pela sociedade política no seu conjunto". Tais exigências, com forte influência no processo de ensino, estão relacionadas à religião, às normas e sanções, à ação política, ao grau de desenvolvimento das ciências e até mesmo ao estado de progresso da indústria local. Se a educação for desligada das causas históricas, ela se tornará apenas exercício da vontade e do desenvolvimento individual, o que para ele era incompreensível: "Como é que o indivíduo pode pretender reconstruir, por meio do único esforço da sua reflexão privada, o que não é obra do pensamento individual?" E ele mesmo respondeu: "O indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. E não poderá sabê-la sem ir à escola, começando por observar a matéria bruta que está lá representada." Por tudo isso, Durkheim é também considerado um dos mentores dos ideais republicanos.” Disponível em: http://pt.shvoong.com/social-sciences/education/1650797-emile-durkheim-criador-da-sociologia/
“A educação é o processo de desenvolvimento intelectual, físico e moral que permite a participação integral do indivíduo na vida democrática de sua sociedade, transformando-o em cidadão.”Disponível na apostila de sociologia Claretianos/ sociologia
A educação é inibidora dos atos e necessidades dos indivíduos que pode não estar de acordo com os cultos e normas tradicionais e ser socialmente aceitos, por essa razão se processa através do exercício do poder burocrático como nos aponta Max Weber a sociedade democrática exerce poder do estado através das leis e normas legais criadas através do parlamento constituído com a falsa alusão de ser o representante do povo.
A afirmação que a o cidadão que estuda tem ascensão social não é de todo verdadeira, visto que as grandes fortunas são produto de roubo ou Herança e não de estudo e dedicação, que o diga Karl Marx que morreu sem posses e sendo ajudado por amigo, bem o que vemos nessas estatísticas é o reflexo da desigualdade social que, quem tem melhor condições sociais pode sem duvida cursar um faculdade ao passo dos que são totalmente órfãos das benesses da economia de mercado não conseguem nem ao menos terminar o ensino médio. Não há ascensão econômica é apenas mas um reflexo da desigualdade social, os argumentos que através da educação se tem melhor condição econômica é relativo e vem a ser muito cômodo para os interesses dos liberais e positivistas.
O que podemos concluir é que a educação serve aos interesses da classe dominante e as necessidades de quem detém o poder econômico e consecutivamente o poder político. Ainda que o sistema representativo afirme que a cada uma pessoa um voto, os eleitos não representam senão seus interesses pessoais e dos lobys que se instauram nas câmaras em todas as esferas do poder. Sobre a afirmação a seguir :“Fundamentos da educação através da LDB 1996: formação da cidadania e da mão de obra qualificada.”, fica a pergunta que formação é essa e a quem interessa, e a reposta nos é dada na frase seguinte “ mão de obra qualificada”, ora ser cidadão é muito mais que ter uma habilidade profissional e ser produtivo para a sociedade, antes de ser um individuo participante de uma sociedade ou de um grupo social cada pessoa é individualmente, e é um ser único e inigualável, e suas aspirações são únicas também, o que não é respeitado em uma sociedade de massa que normatiza e determina como os indivíduos devem ser e o que devem querer. A igualdade nada mas é do que a liberdade de exercermos nossas diferenças e nem mesmo Marx compreendeu essa simples condição do ser, o estado não tem competência para executar essa premissa básica para a consolidação da igualdade, e como pode preconizar essa condição através da educação, não pode e não é do interesse do estado que isso se confirme, mas outro sim se empenha em determinar as regras de comportamento de cada individuo e suas aspirações e conduta.O pape da educação esta muito a quem daquilo que se prega nos discursos dos educadores modernos e dos órgão que são responsáveis pela sua normatização e fiscalização (”o poder burocrático”), o que temos é um reflexo da educação tecnicista que se empenham em produzir pessoas com qualificação profissional para preencher os quadros de mão de obra qualificada no mercado atual, não vejo preocupação em formar indivíduos intelectualmente capazes e culturalmente instruídos, indivíduos livres e iguais em direitos deveres e “saberes”. Não o estado somente se preocupa como a manutenção da economia e das estruturas da sociedade que representa, “as oligarquias que representa”, e a educação reflete essa situação. O que queremos é uma educação que tenha o objetivo de transmitir o conhecimento e formar pessoas capazes de decidir sobre suas vidas sem influenciar na tomada de decisão no que querem ser, mas incentivando o potencial criativo de cada um, proporcionando apenas as ferramentas adequadas para o exercício do pensar e desenvolver novos saberes.

A busca pela verdade é o que dá sentido ao ser humano? Por quê?



O ser humano não possui um sentido especifico para a sua existência, a vida não está condicionada a nenhum propósito ou finalidade especifica, essa forma de compreender a vida é fruto do pensamento positivista e sistemático da sociedade ocidental e de toda a filosofia liberal, que sempre se orientou pelo entendimento que tudo possui um começo, desenvolvimento e um fim determinado, ou seja, um sentido. A vida não está amarrada a essa configuração engessada. O fato é a existência e não o sentido de existir.
“A humanidade deve situar seu fim além de si mesmo, não em um mundo-erro, mas na própria continuação de si mesma.
Nossa natureza é criar um ente superior a nós próprios. Criar acima de nós próprios! É esse o instinto da ação e da obra. Do mesmo modo que toda vontade supõe um fim, assim o homem supõe um ser que está presente, mas que representa o fim de toda sua existência. É essa a liberdade de toda vontade! No fim reside o amor, a veneração, a visão do perfeito, do desejo. (“...)(Nietzsche).
O filosofo pensa em um ser cíclico que compreende o seu fim em si mesmo, e não em um objetivo póstumo ou em uma missão a ser alcançada, não deixando e observar que se trata de uma referência a humaniza do sentido da vida, não sistematizada e sem a construção de sistemas lógicos complexos ou teorias cientificistas sobre a vida e a razão da existência, que no fundo não passam de lindos castelos de areia.
“E é o homem, o novo homem, que deve criar novo sentido da terra, abandonar as velhas cadeias e cortar os antigos troncos. O homem deve inventar o homem novo, isto é, o super-homem, o homem que vai além do homem e que é o homem que ama a terra e cujos valores são a saúde, a vontade forte, o amor, a embriaguez dionisíaca e novo orgulho. Diz Zaratustra: "Um novo orgulho ensinou-me o meu Eu e eu o ensino aos homens: não deveis mais esconder a cabeça na areia das coisas celestes, mas mantê-la livremente: cabeça terrena, que cria ela mesma o sentido da terra".
(O super homem ,Nietzsche)
È através do entendimento de que os valores que nos ensinaram até agora não são verdades inquestionáveis e que a cultura o costume e a conveniência da sociedade em que estamos inseridos ao longo de toda a história, vem elegendo verdades de acordo com a conveniência das classes detentora das prerrogativas sociais(econômica/política/religiosa), é que as verdades são estabelecidas e consecutivamente o sentido da vida. “Um novo orgulho ensino me eu mesmo...”.
Nietzsche nos proclama a rebelarmos contra as imposições e condições as amarras da moral institucionalizada, a educação adestradora. Negar a obediência e não se limitar a aceitar as verdades pré-estabelecidas, não sem lutar. (“Os seres humanos ao longo de sua história inventaram valores que oscilam entre a aceitação, a abnegação, a renúncia, o conformismo e a fraqueza de um lado, e de outro lado a não aceitação, deplorar e renunciar a todos os valores de obediência, a todas as regras herdadas e não avaliadas, à humildade hipócrita...). ( Araújo).
Acreditar que a verdade reside no racionalismo transcendente (Kant) ou no empirismo sistematizado (Bacon) passa a ser em ultima análise um ato de fé, ou de aceitação puramente a verdade se tornou um amontoado de teorias e considerações em alguns momentos tão complexas que fogem ao entendimento de qualquer mortal. O que não condiz com a busca pela verdade, mas em oculta-la talvez pela fragilidade de alguns argumentos. Para Nietzsche a verdade é um entendimento humano entrelaçada a fatos sociais dentro de uma visão puramente humana.
A questão do sentido da existência esta associada de forma intrínseca ao conhecimento da verdade, a busca pela verdade é uma preocupação filosófica a qual os pensadores não se furtaram a essa questão.
Segundo Camargo foi sempre um dos focos principais de investigação de Nietzsche, que afirma que a fundamentação metafísica dos valores morais é dogmatismo e sobrepõe determinados valores em detrimento de outros. Acredita-se na constituição de uma verdade quanto mais se pode proporcionar valor aos argumentos de sua tese.
Segundo Camargo, “A crença é que a verdade tão procurada não poderia ser algo da ordem das experiências e dos fenômenos, devendo situar-se em outro mundo situado para além do sensível. A idéia dogmática da verdade aparece ligada a dependência da crença em um mundo verdadeiro por trás da aparência.”
Porém como crer em uma verdade socialmente constituída em uma sociedade onde os valores são contaminados pela falta de isenção no processo investigativo.
A medida que compreendemos a falta de isenção nos enunciados, mais a verdade se torna comprometida. “O homem só conhece o efeito das leis da natureza, e não elas mesmas. A atividade do conhecer é um meio de se atingir a potência. Para se contrapor à ilusão em que vivemos, devemos desenvolver uma força artística. O mundo que percebemos é uma obra de arte dos sentidos e do intelecto” Araújo.
A filosofia é a ferramenta que o homem tem para investigar a verdade, não para proclama-lá de forma definitiva ,mas sim para tatear o saber verdadeiro em um universo infinito de coisas e questões a se descobrir e reinventar.
O pensador nos convida a duvidar e nesse movimento conceber um senso critico que nos guiara no caminho da verdade sem no entanto nunca consolidá-lo, mas apenas obter um olhar fortuito e parcial.
A que não se pode atribuir especifica a vida, e a verdade está comprometida com o valor que lhe é atribuído pelos entes sociais, a vida segue sem objetivo pré-determinado sem razão especifica. Apenas salienta Nietzsche há vontade de potência que quanto mais se alimenta essa vontade de Sr se alimenta a vida, onde a vida tem uma função cíclica e não linear, a vida não se confunde com uma tarefa laboriosa e pragmática, mas como um exercício artístico.
O ser humano deve buscar o sentido da vida em si mesmo, visto que até mesmo suas crenças e afirmações são frutos de sua criação a lógica, álgebra, matemática não são criações humanas a vida não é pragmática a vida é assemelha-se a uma expressão artística ,uma canção ou um quadro e não uma soma, uma operação matemática. Sendo assim não se pode condicionar a vida a um sentido uma méta engessada a uma verdade dogmática.




Referências:
Gustavo Arantes Camargo. Sobre o conceito de verdade em Nietzsche.Revista trágica . 2008.Disponível em: < http://docs.google.com/viewer?..._gustavo_arantes.> Acessado em : 12/08/2010.
Murilo Cardoso de Castro, Super Homem.Nietzsche.http://www.filoinfo.bem-vindo.net/filosofia/modules/lexico/print.php?entryID=2883 Acessado em : 12/08/2010.


Inês Lacerda Araújo. SOBRE O SENTIDO DA EXISTÊNCIA SEGUNDO NIETZSCHE.< http://almaacreana.blogspot.com/2010/02/sobre-o-sentido-da-existencia-segundo.html> Acessado em : 12/08/2010.Friedrich Nietzsche.Dísponivel em: http://www.culturabrasil.pro.br/nietzsche.htm Acessado em : 12/08/2010.

The search for truth is what gives meaning to human beings? Why?

The human being has a specific meaning to their existence, life is not tied to any specific purpose or goal, this way of understanding life is the result of positivist thinking and systematic in Western society and the entire liberal philosophy, which always was guided by the understanding that everything has a beginning, development and a specific purpose, or meaning. Life is not tied to this setting in a cast. The fact is the existence and not the meaning of existence.
"Mankind must situate its end beyond itself, not on a world-error, but in the continuation of itself.
Our nature is to create a superior being to ourselves. Build up ourselves! This is the instinct of action and work. Just as all will assume an end, so the man who is supposed to be a gift, but it represents the end of all existence. Is this the freedom of all will! At the end is love, veneration, the vision of perfect desire. ("...)( Nietzsche).
The philosopher thinks about being a cyclical comprises its end in itself rather than a posthumous goal or a mission to be achieved, leaving no note and that it is a reference to humanize the meaning of life, not systematic and without building complex logical systems or scientistic theories about life and the reason for existence, which basically are just beautiful sand castles.
"What is man, the new man, which should create a new sense of earth, leaving the old chains and cut the old stems. The man must invent the new man, that is, the superman, the man who goes beyond the man and what is man that loves the land and whose values are health, strong will, love, drunkenness and Dionysian new pride.Zarathustra says: "A new pride has taught me my Self and I teach men: you must not longer hide our heads in the sand of heavenly things, but keep it free: the earthly head, which itself creates a sense of the earth" . 
(The Superman, Nietzsche)
It is through understanding that the values they taught us so far are not unquestionable truths that culture and custom and convenience of the society in which we operate throughout history, has been electing truths according to the convenience of the holder of the Class social prerogatives (economic / political / religious), is that truths are established consecutively and the meaning of life. "A new pride myself teaching me ...".
Nietzsche proclaims in rebelling against the constraints and conditions of the bonds of moral institutionalized education dressage. Deny obedience and not just accept the pre-established truths, not without a fight. ("Human beings throughout history have invented values ranging from acceptance, denial, resignation, conformity and weakness on one side, and also the rejection, regret, and renounce all the values of obedience, all inherited rules and not evaluated, the hypocritical humility ...).(Araujo).
Believe that the truth lies in the transcendent rationality (Kant) or systematic empiricism (Bacon) becomes ultimately an act of faith, or acceptance of the truth has become purely a bunch of theories and considerations so complex at times fleeing the understanding of any mortal. What does not fit with the search for truth, but hides it perhaps the fragility of some arguments. For Nietzsche the truth is intertwined with a human understanding of social facts in a purely human.
The question of the meaning of life is so intrinsically linked to knowledge of truth, the search for truth is a philosophical concern which has not shied away thinkers on this issue.
According to Campbell has always been a major focus of investigation of Nietzsche, who argues that the metaphysical foundations of moral values is dogmatism and overrides certain values over others. It is believed the establishment of a truth the more we can provide value to arguments his thesis.
According to Campbell, "The belief is that the truth could not be sought as something on the order of experiments and phenomena, and must be located in another world situated beyond the sensible. The idea of dogmatic truth appears connected with the dependence of the belief in a real world behind the appearance. "
But how to believe in a true socially constituted in a society where values are contaminated by the lack of relief in the investigative process.
As we understand the lack of impartiality in the description, the more the truth becomes compromised. "The man knows only the effect of the laws of nature, and not themselves. The activity of knowing is a means of achieving power. To counter the illusion that we live, we must develop an artistic force. The world we perceive is a masterpiece of the senses and intellect " Araujo.
The philosophy is the tool that man has to investigate the truth, not to proclaim it there permanently, but to grope the true knowledge in an infinite universe of things and issues to discover and reinvent.
The thinker invites us to doubt this movement and to devise a critical sense that we drove down the path of truth but without ever consolidating it, but only get a look haphazard and partial.
To which one can not attribute specifies the life, the truth is committed to the value assigned to it by social beings, life goes on without a predetermined goal without specific reason. Nietzsche stresses there will only power the more it feeds the desire of Mr feeds life, where life has a cyclical rather than linear function, life is not confused with a pragmatic and laborious task, but as an artistic exercise.
The human being must seek the meaning of life itself, since even their beliefs and assertions are the fruits of his creation logic, algebra, mathematics are not human creations to life is not pragmatic life is akin to an expression art, a song or a painting and not a sum, a mathematical operation. So you can not make the life a sense a meta cast a dogmatic truth.

What is anarchism?

Anarchism is a political-philosophy that is based on not accepting any kind of power and hierarchy as a mode of social organization. With the actions and organizational methods guided by the free organization and autonomous initiative and voluntarily.
Anarchism does not permit any form of government and authoritarianism, always focusing on their actions to eliminate any form of government and domination. The organizational hierarchy is not tolerated, whatever the model, the political anarchist. Every form of organization necessarily have to be open and accept spontaneously, organizations must be libertarian organizations.
The word anarchy has distorted its meaning because of strong advertising around the beginning of the twentieth century made by governments and the church, and commonly misused to this day. Not being understood in its etymology and neither in the political context it represents.
Anarchy denotes lack of restraint, the absence of a repressive power consists, not lack of order. Anarchy is largely synonymous with the highest expression of the organizational, as advocated an autonomous management of its participants, the freedom of each Initiative for maintaining the common good of the community, without however compromising the rights and individual needs. As can only be a strong bond of solidarity between social actors, because each must look after their welfare and the common welfare in an anarchist society.
For the formatting of an anarchic society is needed radical change and track the state of affairs, ie a social revolution. The way you can establish an anarchist society is a matter that has different opinions, which gave rise to many propositions philosophical strands of political thought.
As the labor movement, the late nineteenth and early twentieth century, libertarian and trade unions were very important to make this debate, which arose as part anarchist movement of workers' struggle, the anarchosyndicalism and the many theorists and anarchist thinkers. Among these issues are the need for a configuration set for anarchist organizations, their economic relations, educational and social.
Anarchism proposes solutions to the problems of injustice, authoritarianism and social inequality, baptized in the idea of freedom and equal rights for all. By refusing any form of power and domination that promotes the possibility of setting a higher form of human organization, without universal suffrage without dictatorship or fascism. We do not need leaders or leaders, we are able to follow our own path where the right of everyone is respected and understood the duties as a caring relationship and necessary for maintaining the common good, where the responsibilities of each are always chosen so autonomously, without any subordination to constituted authority.
Anarchism and it may be but, according to the understanding and comprehension of those who intend to live haphazardly.

Os avanços tecnológicos e a sociedade


Na atual sociedade da informação o mundo se tornou globalizado as culturas e os valores se modificaram e as necessidades evoluíram. A distancia entre as diversas culturas e seus respectivos modo de compreender o mundo diminui a cada click, e é nesse ritmo que a industria da tecnologia tende a trabalhar e oferecer soluções para esse novo cidadão que esta sempre pronto a utilizar e experimentar novas tecnologias, bem como assimilar novas informações e saberes. Não competindo com seus hábitos e valores ou substituindo-os, mas sim somando, trazendo uma alternativa para o exercício cotidiano de viver em sociedade.
Enfatizar a importância da revolução tecnológica é reconhecer uma associação bem sucedida, dos avanços nas diversas áreas da ciência e as novas tecnologias de comunicação e informação, para se dar um melhor aproveitamento das informações e dos conhecimentos desenvolvidos.
Uma grande aproximação cultural e econômica ocorreu no inicio do capitalismo, (quando se deu inicio as navegações, a expansão do comércio e o fim do sistema feudal no século XVII) foi principio da globalização. Desde então o mundo vem passando por um processo de mudanças na formatação de seus valores e costumes, globalizaram-se perspectivas sociais, pessoais, políticas econômicas, culturais e educacionais.
O desenvolvimento das tecnologias de informação trouxe uma revolução nas comunicações e nos fluxos de informação, o mundo social rompe com o mundo individual, alterando o comportamento e o pensamento dos indivíduos e de suas comunidades.
A tecnologia possibilita a interação entre as pessoas em todos os ramos da sociedade, em busca do saber e do conhecimento, é o aprendizado trabalhando em prol do avanço e aperfeiçoamento da sociedade.
Ao compartilhar o entendimento de uma mesma informação o coletivo precisa construir opiniões em comum, através das conferências das uniões e das associações das proposições individuais em um universo coletivo, através de uma rede que os conecta que os liga a outras interpretações, de uma mesma mensagem que esteja e possa ser reinterpretada e compartilhada.
O conhecimento em suas múltiplas formas de se processar encontra-se hoje em um momento de construir uma bagagem de referências e associações comuns, uma rede hipertextual unificada, um contexto compartilhado, capaz de diminuir os riscos de incompreensão.
Os avanços das tecnologias de comunicação e informação, bem como as diversas áreas da tecnologia trazem a possibilidade de mudança e aperfeiçoa, nos diversos campos do conhecimento humano,tanto na questão de produção de bens e produtos como na facilitação de pesquisas e construção de saberes. Os softwares são ferramentas de trabalho para diversos profissionais, assim como servem de instrumento de aprendizado para diversas matérias e disciplinas nas escolas e faculdades. A informação circula com maior velocidade e flexibilidade na obtenção e promoção das idéias, através da rede de informação, a internet que através dos fóruns, chats, blogs e outros locais da rede virtual possibilitam uma formatação dialética dos resultados das pesquisas e dos conteúdos que vão sendo apreciados. Que compartilha com seus pares as usas opiniões e saberes.
Com essas mudanças os valores sociais e as necessidades dos indivíduos também sofrem transformações no modo de pensar, e há uma evidente mudança de foco, em relação aos entendimentos e as necessidades das pessoas os que compreendiam que era na fé que se compunham as respostas para todas as questões, passam a ter a possibilidade de ver além, ver pela razão estando a informação a sua disposição. Ora a informação possibilita a quem dela tenha acesso a formulação de respostas para suas preocupações que podem lhe ajudar a compreender melhor o mundo a sua volta.
No entanto os avanços tecnológicos não deixaram as mazelas da sociedade industrial, as diferenças entre direitos e deveres que proporcionaram desigualdades imensas entre as classes mais favorecidas e os desprovidos de poder econômico. O que poderia trazer uma grande mudança social visto a possibilidade de partilhar os saberes através da revolução nos meios de comunicação e informação, um dos avanços sociais mais importantes que é a revolução tecnológica, gera na verdade mais uma lacuna social. Os “excluídos digitais”, que por não terem acesso as tecnologias de comunicação e informação não podem participar e nem mesmo acompanhar as evoluções tecnológicas.
Nas indústrias os empresários que tem um grande capital investem em suas indústrias e modernizam seus meios de produção, o que gera desemprego e falência dos pequenos industriais que não podem competir com as grandes empresas.
No campo os efeitos das desigualdades na partilha das novas tecnologias surtem efeitos semelhantes dos ocorridos na indústria, os agricultores e os pecuaristas de grande porte, os empresários do agronegócio têm acesso a informações e conhecimentos avançados para a manipulação e trato de suas culturas. O que impossibilita ao pequeno agricultor competir com o latifundiário, ou até mesmo manter suas atividades sem que tenha que fazer empréstimos e solicitar subsídios ao governo, inviabilizando seu trabalho e a sua manutenção.
O avanço tecnológico não trouxe a solução para os problemas deixados pela revolução industrial, como as desigualdades sociais, e os valores progressistas que a muito propõe ordem e progresso em meio a uma desordem social evidente e crescente promovida em partes pelas diferenças entre as classes sociais, e as injustiças geradas por ela. A tecnologia nos trouxe ferramentas poderosas para produzir e promover conhecimento, com o propósito de gerar melhor bem estar social e quiça proporcionar a felicidade a todos os cidadãos, porém se faz necessário ter alma para utilizar a tecnologia com esse propósito. As maquinas não sentem apenas produzem, calculam fabricam apenas o homem pode promover a justiça e a igualdade, de modo a poder utilizar a tecnologia a beneficio de todos e não para favorecer oligarquias, e alguns poucos em detrimento dos demais.

Metafísica dos Costumes



O Filósofo alemão Immanuel Kant filósofo alemão nasceu na cidade de Königsberg, em (1724), atual Kaliningrado.
Filho de pai artesão fabricante de sela e mãe de origem alemã de inteligência notável, embora sem estudo convencional escolar ou acadêmico. Kant era o quarto filho do casal que teve onze filhos.
Seus pais eram da Igreja Luterana, fieis de vida simples e comprometida com a doutrina Luterana. Após a morte de seu pai Kant foi lecionar, sendo responsável pelo sustento da família.
Kant não casou nem teve filhos, levou uma vida dedicada aos estudos e a filosofia morrendo na mesma cidade onde passou sua vida em 1804.
Sua obra é considerada de grande importância na filosofia moderna, Kant foi professor de geografia e professor universitário lecionando Ciências Naturais, onde foi nomeado catedrático da Universidade de Konigsberg.
Dedicou sua vida aos estudos da filosofia sendo autor de diversos trabalhos sobre física, matemática e diversos temas filosóficos.
Uma das preocupações filosóficas de Kant era com a Ética e amoral como se processa e como ela pode ser compreendida, e o que abordaremos agora são as suas proposições sobre a Moral em seus escritos sobre a metafísica dos costumes.




Na fundamentação metafísica dos costumes Kant faz uma analise da natureza das virtudes do homem e suas configurações. O autor nos apresenta uma analise onde diferencia a razão e conhecimento cientifico.
E dá uma nova perspectiva a filosófica a dicotomia empirismo e racionalismo no que diz Kant:
“Pode-se denominar empírica toda filosofia que se apóia em princípios da experiência; e pura, a que deriva suas doutrinas exclusivamente de princípios a priori. Esta, quando simplesmente formal, chama-se Lógica; mas, se for circunscrita a determinados objetos do entendimento, recebe o nome de Metafísica.
Deste modo, surge a idéia de uma dupla metafísica: uma Metafísica da natureza e uma Metafísica dos costumes. A Física terá pois, além de sua parte empírica, uma parte racional . Outro tanto sucede com a Ética; embora, aqui, a parte empírica possa denominar-se particularmente Antropologia prática, e a parte racional receber o nome de Moral.” (Kant).
Kant acredita que a vontade é a condutora das ações do homem e que somente través ela ele é conduzido a ações do seu cotidiano. E essa vontade deve ser uma boa vontade, uma vontade de fazer coisas úteis para si e para seus semelhantes, por que senão lhe ocasionará frustrações e não se sustentará por muito tempo. A boa vontade é que age como moderadora da conduta do homem, e através de um instinto inato que independe da razão, ele busca a felicidade.
No entanto é através do raciocínio que o homem elege suas prioridades vislumbradas pela razão,determina qual conduta terá a sua utilidade para satisfazer seus objetivos.Essas considerações tem um valor prático e também um valor moral onde a pessoa tende a se satisfazer com sua atividades, como uma confirmação de que se esteja fazendo o bem, não por outra pessoa mas para si mesmo.
Diferencia assim as ações feitas por cumprimento de um dever e as oriundas da vontade, sendo a primeira deficiente em sua forma porque não tem uma ligação no principio da administração da vontade. Ao agir por obrigação, o ser cumpri uma lei, atividade não é pessoal espontânea, mas parte de uma determinação convencionada, uma lei, uma regra social e não da vontade o que não nem sempre proporciona satisfação pessoal. O que descaracteriza o valor pessoal, não se está agindo por bondade ou pela virtude, mas por convenção social o pra segui o principio da legalidade
(...) eis como a formulo o dever é a necessidade de cumprir uma ação pelo respeito à lei. Para. o objeto concebido como efeito da ação que me proponho, posso verdadeiramente sentir inclinação, nunca porém respeito, precisamente por que ele é simples efeito, e não a atividade de uma vontade. (...)Só o que está ligado à minha vontade unicamente como princípio, e nunca como efeito, o que não serve a minha inclinação mas a domina, e ao menos a exclui totalmente da avaliação no ato de decidir, por conseguinte a simples lei por si mesma é que pode ser objeto de respeito, e, portanto, ordem, para mim.)(idem)
Para Kant as ações do homem tendem a ser feitas apenas pelo dever, visto que sem a motivação do dever todas as suas ações seriam motivadas por interesse particulares, para satisfazer suas necessidades, e não por virtuosismo e bondade.
Existe uma confusão da moralidade com a temeridade de um ser supremo que regeria a bondade do mundo, Deus, o influi na tentativa de criar considerações morais para auxiliar esse ser na bondade universal. Para Kant existe uma vontade superior que rege a moralidade hipoteticamente boa e superior.
No entanto, a essência da ação motivadora é a felicidade e sua moderadora e o que Kant chama de imperativo da moralidade.
“Todos os imperativos são expressos pelo verbo (dever e indicam, por esse modo, a relação entre uma lei objetiva da razão e uma vontade que, por sua constituição subjetiva, não é necessariamente determinada por essa lei (uma coação)- Declaram eles, que seria bom fazer tal coisa ou abster-se dela, mas declaram-no a uma vontade que nem sempre faz uma coisa, porque lhe é apresentada como boa para ser feita.(...) Por isso, os imperativos são apenas fórmulas que exprimem a relação entre as leis objetivas do querer em geral e a imperfeição subjetiva da vontade deste ou daquele ser racional, por exemplo, da vontade humana”(ibidem)
Essas determinações necessárias somente podem ser caracterizadas de imperativos após sua realização, e no conjunto dessas realizações o conhecimento empírico promove um saber mais abrangente um anexo de experiências que forma um entendimento abrangente absoluto. Possibilitando o que Kant chama de imperativo categórico e o imprescindível código da moralidade.
O que resulta que a lei, o dever, a ação convencionada socialmente não possuem conceituação para a satisfação pessoal, o que o deixa vazia de significado para a busca da felicidade e do bem moral. O dever é cumprido por todos desde que se vê em situação desfavorável quando os afortunados todos são cumpridores da lei, mesmo que para surjam celeumas na sua explanação se faz o dever.
Se as virtudes e a moralidade fossem conceituadas de forma vulgar qual seria a sua utilidade. Visto isso a vontade surge como uma imposição universal, o que é a única maneira de estabelecer um equilíbrio natural que regule o privilégio da finalidade e o condicionamento do dever moral, o que configura uma vontade reguladora universal. E que não seja essa constituída em nenhuma obrigação coletiva, o que esvazia a hipótese de um princípio superior de dever.
O individuo deve estabelecer sua conduta moral de forma a entender suas ações como a que devem ser feitas por toda sua convicção moral devem ser ao mesmo tempo autônomas e particularmente entendidas fruto de suas experiências como concomitantemente universais. Observando sempre o temor ao ser supremo, segundo Kant que ira julgar essas ações ao final.
Com essa autonomia a vontade como principal característica que rege a moral, transpõe o principio da mortalidade do conhecimento objetivo para uma critica subjetiva. Porém observa que a heteronomia da vontade pode ser também entendida com fomento para a vontade o que gera condições para formatação de valores que não são legítimos, porque não sendo configurado pelo principio da satisfação pessoal autônoma promovem essa satisfação através da felicidade de outros, o que para Kant não é visto como uma boa vontade.
Somente agindo de forma autônoma o individuo é livre para fazer suas escolhas, o que torna o conceito de liberdade conexo ao entendimento de autonomia da vontade, e que de fato é sua propriedade determinante.
O que torna a valorização da escolhas oriundas dessa liberdade, da autonomia da vontade, positivas ou negativas de acordo com o resultado próprios da liberdade.
A condição primeira que demanda o pensamento de uma moralidade é a busca pela felicidade, o homem é motivado com a possibilidade de satisfação pessoal.
Kant denota que a ai uma intersecção entre o mundo sensível e o inteligível, constituindo um pensamento superior, no que se forma o que Kant chama de imperativo categórico. Um código de conduta formado pela inteligibilidade do mundo sensível por um pensamento autônomo e livre, contendo as matizes do mundo sensível fundamentando o mundo inteligível é uma moralidade formada pela boa vontade do individuo, o imperativo categórico.
Esse imperativo categórico torna o pensamento racional um interprete do mundo sensível onde ele age como um transeunte que transcorre pelos fenômenos e retorna ao mundo inteligível fomentando as máximas universais da vontade.O que Kant denomina a razão prática que é a formuladora da lei através da vontade autônoma e da ação livre.è através da razão que o individuo começa a procura pela satisfação de suas necessidades ou seja o prazer, e é nesse processo de pra praticidade que se dá a mistura do conhecimento sensível e o conhecimento racional.
“Uma Metafísica dos costumes é pois rigorosamente necessária, não só por motivo de necessidade da especulação, a fim de indagar a origem dos princípios práticos que existem a priori em nossa razão, mas também porque a própria moralidade está sujeita a toda a espécie de perversões, enquanto carecer deste fio condutor e desta norma suprema de sua exata apreciação”(Kant).
Ao pensar o individuo não quer um fim isolado ele estabelece através da sua liberdade a sua conduta dos costumes, as máximas universais.



A razão é inquiridora, mas não se prende apenas a razão pura e prática, bem como o conceito de uma moralidade universal não é apenas utilitarista, mas apresenta um comprometimento com o mundo sensível sem estar atado a essa condição. Em suma, o desenvolvimento de um conceito de moralidade, com base na autonomia e na liberdade do homem que legitima a prática da busca da felicidade do ser, apenas pela sua a vontade, o que proporciona a formação de valores superiores e universais ainda que principie na singularidade da interpretação do indivíduo. Assim Kant desenvolve uma teoria moral balizada na idéia de umaantropologia prática de uma metafísica dos costumes.
Faz-se então necessário que se busque um entendimento moral que alcance a razão de forma integral e que seja legitimada pela sua autonomia e virtude, e não pelo dever legal do costume social, mas sim pelo imperativo categórico, ou máximas universais do individuo, que possibilitem assim um pensamento livre motivado pela inserção de um conjunto inteligível. Ainda que não se possa estabelecer de forma absoluta, mas o processo de sua busca aponta a razão a sua necessidade insatisfeita, porém imperativo paro uso da própria razão na compreensão dos valores morais e do dever.




Kant, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos Costumes.
Tradução de Antônio Pinto de Carvalho. Companhia Editora Nacional. Disponível em:<http://www.consciencia.org/kantfundamentacao.shtml> Acessado em: 10/09/2010.
1724: Nasce o filósofo Immanuel Kant. Disponível em: > Acessado em: 10/09/2010.
Vida, filosofia e obras de Immanuel Kant. Disponível em: http://www.cobra.pages.nom.br/fmp-kant.html Acessado em: 10/09/2010.